Domingo, Dezembro 9, 2007

DICIONARIO DA MÚSICA ELETRÔNICA

Não sei se é do Peçanha e do Mozart mesmo, mas taí os créditos. Achei pesquisando por eletronices por aí em indexes e FTPs que estavam disponíveis e o Google indexou -nem sempre de forma autorizada, hehe…
Tem uns erros de português, mas o teor é excelente.
É impressionante como a gente acha coisas interessantes além do objeto da pesquisa… Eu vou ter quer escrever mais sobre isso.
Anotado.

DICIONARIO DA MÚSICA ELETRÔNICA

303
É o TB-303 ou groovebox, é um equipamento criado pela Roland que permite ao usuário criar musicas. Além das patterns inclusas ele pode ser reprogramado. Esse equipamento foi um dos responsáveis pelo boooom da Acid House em 88/89.
4×4
É a base reta ou vulgar “bate estaca”. Usam essas bases o techno, o house, o trance e todas as respectivas vertentes.
505
É o sucessor do 303. Seu nome real é MC-505.
7”
O vinil sete polegadas é o seu formato menor, com isso mais econômico e assim usado para distribuir singles.
12”
O vinil doze polegadas é o tamanho padrão. Lança-se nesse formato singles e LPs.
Acid-jazz
Estilo que recuperou, atravez da estética moderna, a sonoridade funk dos anos 70 na época da acid house.
After
Também denominado after-hours. Festa que se desenrola depois de uma sessão com horário normal ou depois de uma Rave. Pode durar o dia inteiro.
Ambient
Música climática, relaxante, atmosférica e sedutora que incide na profundidade e espaços abertos. Se baseia na superposição de sons sintéticos e seu inventor indiscutivelmente foi Brian Eno. Não tem nada a ver com a New age.
Ambient dub
Mescla sons ambient com outros ecos e outros efeitos dub da musica jamaicana. Música envolvente. The Orb son Um dos maestros do estilo.
Atari
Marca de aparelhos muito conhecida que permite a todos fazer musica em home studio utilizando ordenadores que integram a interface MIDI. Sua introdução no mundo musical significa uma volta na filosofia do “Do It Yourself” (Faça você mesmo), originado pelo punk. A marca Atari deu nome, inclusive, a projetos techno, como Atari Teenage Riot.
Acid
Droga sintética. Sonoridade acida gerada por distorções e ressonâncias médio agudas. A evolução da house music que a tornou mais frenéticas e repetitiva. Usava aparelhos como a TB 303 da Roland. O dj Pierre com seu tema Acid Trax criou a logomarca que ate hoje caracteriza o estilo base, o “Smiley”. Em 1988 o acid house deu origem, na Gran Bretaña, ao denominado dia do amor. Damon Wild e Hardfloor são os símbolos atuais do som post-acid.
Álbum
Aquilo que antes chamavam de LP e hoje chamam de CD, ou seja, um grande numero de músicas lançadas no mercado em um único vinil de 12” ou CD.
Big Beat
Antes chamado brit hop. Representa um novo passo na conexão dance/rock. Os Chemical Brothers, com sua artilharia de breakbeats são os pioneiros de um gênero que agora conta com muitos outros defensores como Propellerheads, Bentley Rhytm Ace o os grupos dos selos Skint ou Wall Of Sound.
B.P.M.
Sigla que corresponde a Batidas Por Minuto. Servem como medida de velocidade musical.
Backstage
Bastidores e ou camarotes Vips para djs e convidados.
Beat
Kick, bumbo, batida…
Bleep
Breve som eletrônico, de baixa freqüência, capitada pelo projeto LFO.
Booker
É quem se ocupa de buscar locais e atuações para os disc-jockeys e os live acts.
Break
Ruptura do ritmo dentro de uma mesma musica. Momento em que troca o ritmo do tema. É utilizado pelos DJ’s para modificar a mistura na mixagem somando ou subtraindo sons sem que seja notado.
Breakbeat
É o estilo que tem base quebrada. Pode ser funk, rap, hip hop, trip hop, dnb…Foi popularizado por James Brown na música “Funky drummer”, que foi muito sampleada. Por extensão, é também uma corrente do techno surgida na Gran Bretanha e que doou influências ao jungle.
Cibernética
Ciencia que estuda os mecanismos de controle nas máquinas e nos seres vivos. Por isso, fala-se de ciberespaço, cyberpunk, cyberdelica, cibernautas, etc…
Club culture
A cultura dos clubs. Originada nos mais diversos locais seguindo o estilos músical como techno, gabber, trance, progressive, acid jazz, hip-hop, new jack swing, house, underground, hardcore, jungle…
Club wear
A forma de vestir, a moda que se cria nos clubs. Cada um deles tem seu proprio estilo.
Core
Se utiliza como sufixo para os ritmos mais rápidos: hardcore, fluffycore, trancecore…
Cyberdelico
Fusão de techno e psicodelico que aprofunda nas atmosferas mais hipnóticas da música eletrônica. Techno para hippies. Também recebe as denominações technodelia ou expandelica.
Cyberpunk
Literatura de ciencia-ficção inspirada pela informatização da sociedade atual. Seu precursor é William Gibson e seu livro “Neuromancer”. Por isso, se denomina cyberpunks os hackers e outros piratas da tecnologia.
CDJ
Cds player – Pioneer com preferência mundial. O modelo 100S é o mais procurado embora tenham sido lançados vários outros modelos mais sofisticados.
Chart
É a relação de músicas favoritas de um DJ ou de uma estação de rádio ou club. Aquele Top Ten ou Top Hits.
Club
Casa noturna onde originariamente só podiam entrar associados (tipo clube de esportes mesmo) Hoje serve pra definir um ambiente fechado onde uma determinada tribo se encontra com freqüência. Por isso, diferencia-se de uma boite, pois esta última tem caráter comercial e busca o hit e o classico. Os clubs, por terem um grupo fiel de clientes, pode ir mais a fundo no estilo de música que o grupo prefere. Assim, os Djs de clubs são geralmente melhores e arriscam mais que um de boite.
Clubber
Exatamente as pessoas que freqüentam clubs e fazem parte de uma tribo ou grupo de amigos que assiduamente freqüentam os clubs similares. O termo não define ou exige moda, tipo humano ou preferência sexual…Um cara que usa cabelo roxo não é necessariamente um clubber, e, analogamente, uma pessoa de camisa polo (bleargh) pode ser um clubber.
Chicago
Não é apenas a cidade do Blues, é também conhecida por ser o berço da House. O Chicago House (como ficou conhecido o House produzido na cidade) possui vocais e um típico loop de piano
Chill in
Aquecimento para uma noite fantástica de muita dança e música boa.
Chill out
Se ainda não estiver morto ainda após dançar por horas, pode-se desaquecer antes de cair no sono num chill out. Em 1990, quando Detroit Tecno já reinava nas pistas undergrounds, The Orb começou a fazer uma música, baseada em techno mas com mais Landscapes (paisagens.. texturas) para ser tocada após as festas. Em Sheffield, Grã Bretanha, foi criado o selo Warp que passou a lançar este tipo de música. Os dois volumes de Artificial Intelligence são os clássicos do gênero. Sua expressão equivale a relax pós balada conforme o chill in retrata o aquecimento.
Crossfader
Controle deslizante existente na maioria dos mixers profissionais que serve para diminuir (fade out) ou aumentar (fade in) o volume das músicas sucessivamente.
Cut
Técnica de mixagem feita por Djs onde se passa de uma música para a outra rapidamente, virando o crossfader.
Dance
Música para dancar. Em sua origem englobava todos os ritmos e estilos. Na atualidade designa todo o movimento surgido do techno e do house.
Dancefloor
A pista de dança.
Dark
Sombrio, escuro. Serve para qualificar uma música ou ambiente frio e depressivo.
Dat
Siglas que correspondem a Digital Áudio Tape. Leitor/gravador que utiliza a tecnologia digital sobre um suporte magnético. Utilizado por muitos live acts para encobrir sua inexperiência.
Deck
Todo aquele aparato que serve para gravar: magnetófonos, cassettes, DAT…
Deep house
A corrente mais jazzy, envolvente e cheia de alma do house. Tem uma grande influência do som disco, suas capitais são New York (da onde se denomina garage), New Jersey (com o grupo Blaze em destaque) e Chicago. Seu momento de máximo esplendor foi o a transição entre 80’s e 90’s.
Downtempo
Seu nome (tempo baixo, ritmo suave) diz tudo. É um qualificativo que utiliza a prensa inglesa para agrupar a música eletrónica mais exploratória, caracterizada por seus ritmos prazerosos e relaxantes. Do trip-hop a post-rock, passando pelo ambient e o electro-dub.
Drag queens
Rainhas dos travestis em exuberância e extravagância. Criaturas da noite que habitam os clubes de moda. Divine foi pioneira. e RuPaul é a Drag queen atual por excelência.
Dream House
Gênero comercial de duração muito limitada (pouco mais de um ano), tipicamente europeu, que tem seu grande hino no célebre “Children” do italiano Robert Miles. A meio caminho entre a new age e o eurobeat, entre o trance e a música de Jean-Michel Jarre, o dream house devolveu a melodia a música de festa. Gigi D´Agostino, Nylon Moon ou Roland Brant foram outros de seus representantes.
Dub
Tem sua origem na Jamaica, onde reinava uma versão instrumental do tema em que se adicionam ecos e efeitos sonoros. Por isso, o dub é um gênero musical que utiliza as bases do reggae, criando uma serie de efeitos eletrônicos entre ecos e reverberações. Foi muito utilizado pelo house, o techno, o ambient ou o jungle, dando origem a híbridos totalmente hipnóticos.
Dark Roller
É um sub estilo do Drum’n'bass que tem tons muito mais sombrios e darks que o D+B tradicional.
Denon
É o nome de um dos primeiros fabricantes de cds player para djs. Esses aparelhos, hoje são produzidos por dezenas de outras empresas como Numark, Gemini, Pioneer, etc. Acabaram virando sinônimos de cds player as marcas Denon e CDJ da Pioneer, assim como Xerox virou sinônimo de copiadoras.

Detroit
Influenciado pela industrialização automobilística e, com isso, pela proximidade mecânica sonora, a cidade de Detroit nos EUA foi o palco da criação do techno como o conhecemos hoje. Kevin Saunderson, Juan Atkins e Derrick May e, posteriormente Mad Mike e Jeff Mills sao os principais nomes desse estilo. É considerado uma mistura do P-Funk de Detroit (George Clinton) com a música eletrônica européia (Kraftwerk e New Order). Como o estilo incorporou em outros lugares influências locais, o techno original passou a ser conhecido por Detroit tecno.
Disco
Estilo dançante extremamente alegre, quase nada eletrônico e bastante influenciado pelo som negro americano que no final dos anos 70 tomou de assalto toda a mídia. Reforçados principalmente por filmes como Os Embalos de Sábado a Noite.com John Travolta e Thank God it’s Friday com Donna Summer e Lionel Ritchie, e por artistas e bandas como a própria Donna, Jackson 5, Gloria Gaynor, Chic, Village People, The Commodores, Bee Gees, Earth Wind and Fire, etc. A batida é o 4×4 com palmas no 2 e 4 e um som super alegre com sopros, vocais e guitarrinhas com riffs curtinhos e rápidos. Ao contrário do que muitos pensam, a Disco é feita até hoje com bases eletrônicas! Grandes nomes atuais como Luke Slater e Thomas Benghalter fazem disco.
Divas
As grandes damas, geralmente, mas não necessariamente negras, da “voz” na música mundial. Aretha Franklin, Gloria Gaynor, Martha Wash, Ultra Natè, Crystal Waters, Robin S. são exemplos.. Como House Divas ficou conhecido o tipo de house com mulheres cantando e gritando exageradamente.
DJ
O Disc Jockey ou domador de discos. Com origem no radio e com função inicial de programador musical. Sofreu evolução com o desenrolar da musica dançante nas casas noturnas e posteriormente com a divisão da dance music nas atuais vertentes. Gente, não confunda o DJ (um profissional sério e estudioso de sua profissão, capaz de ousar com músicas novas e não comerciais e que conhece profundamente música de modo geral e equipamentos) com esses caça níqueis que colocam uma música depois da outra desordenadamente, sem o menor pudor, e que se auto intitulam Djs, quando na verdade são simples instrumentos da indústria fonográfica para tocarem as músicas por elas impostas.
Downbeats
Batidas relaxantes e linha de baixo quente originárias do Hip Hop. Basicamente, todo nao Drum’n'bass/jungle nem bigbeat breakbeats entram aqui. Em janeiro de 1998 a banda francesa AIR lançou seu debut álbum Moons Safari, exemplo que mais condiz com a combinação de estilos no mesmo som.
Dubplate
Disco em edição limitada (geralmente em vinil) estritamente para divulgação e distribuição aos Djs. No Brasil, infelizmente a indústria não tem o costume de usar dubplates.

Drum’n'Bass
Ou D+B ou DnB é a música suportada por uma base alucinadamente rápida e totalmente quebrada. O D+B surgiu do jungle, que era consumido ate então pelos guetos londrinos, em uma tentativa de elevar o estilo ate os clubs. A mudança de nome e as novas influencias em sua sonoridade o tornaram mundialmente consumido. O DnB Diferencia-se do jungle por ser mais branco, usar strings como violinos ou elementos eletrônicos que os imita, ser mais melódico, ter mais vocais, enquanto o jungle é mais negro, geralmente com vocais de reggae e bastante agressivo. Outros elementos do D+B são a linha de Baixo com forte influência do reggae e as batidas quebradas derivadas do Hip Hop. Os grandes nomes (grande parte negros, antagonicamente) são Goldie, Grooverider, Flytronix, Roni Size, J-Majik, Alex Reece, Omni Trio, 4 Hero, Talvin Sigh, The Dream Team, etc. O DnB é hoje o mais produzido e mais consumido dos estilos eletrônicos no Brasil.

E
Abreviatura de extasi (também XTZ). Como todos os gêneros musicais, a dance music também está associada às drogas de uma ou outra forma. O extasi (derivado do MDMA) e as drogas de desenho (ácido) são as mais utilizadas.
Eno, Brian
O criador do techno mais reflexivo e introspectivo. O imperador do ambient.
Electro
Gênero praticado nos começos dos anos 80, nascido da fusão do groove negro com a música eletrônica européia. A grande reyelação foi Afrika Bambaata e seu hino “Planet Rock”. West Street Mob e Whodini são outras figuras importantes do electro.
Ep
Extended Play. Single ou maxisingle composto por tres ou mais musicas. Muito utilizado pelos dj’s.
Estroboscopio
Projetor de luz com velocidade e intensidade reguláveis que produzem flashes rápidos e muito potentes de luz branca.
Experimental
Estranho, inclassificável, vanguardista. Se diz todo aquele gênero musical que tenta ir mais além, em busca de novos ritmos, sonoridades e construções.
EBM
Electronic Body Music ou Industrial. Gênero desenvolvido na Bélgica entre 85-88 que na verdade é uma derivação mais pesada do Electro, tem um ar pesado com graves gordos e bateria sintetica. As bandas mais representativas são o Front 242, T99, Tragic Error, e os mais recentes Nine Inch Nails e Ministry.
Euro
Safra Européia da House music comercial que teve inicio em 1989. Destacou paises como Holanda (2 Unlimited), Alemanha (Culture Beat), Espanha (Snap), Itália (Double Dee, Blackbox, 49′rs), Suécia (Dr. Alban) que estouraram nos primeiros lugares das paradas mundiais, anteriormente dominados por americanos ou ingleses.

Flyer
O folheto utilizado para anunciar uma festa ou seção em um club ou uma rave. Uma excelente forma de comunicação para a grande família techno. Há quem se dedique a coleciona-los, devido a sua excelente e original qualidade e experimentação.

Fractal
Equações matemáticas descobertas por Mandelbrot nos anos 60. Sua visualização da origem a surpreendentes motivos psicodélicos, que podem ser reproduzidos até o infinito, gerando uma sensação de hipnose. Muito utilizado nos video-clips de techno.
Frankfurt
A capital do trance ou Euro Trance. Selos discográficos, clubs, artistas e dj’s (entre eles Sven Väth e Jam&Spoon) foram cúmplices da fama desta cidade que, junto a Berlím e Düsseldorf, encabeçam a rebelião techno alemã.
Freestyle
Inicialmente (na metade dos anos 80) foi a denominação que recebeu um estilo entre o electro e o latin hip-hop, praticado por cantoras femininas como Dionne, Sandee ou Stephanie B, que colocavam em seus temas um forte componente melódico. Porém a partir dos anos 90 define o estilo de alguns dj´s, que mesclam vários gêneros em seus sets, desde techno ou drum´n´bass até house, trip-hop ou dub. O autêntico estilo livre!
Full moon party
Rave ao ar livre, celebrada na época da lua cheia. Sua origem é de Goa (India), de onde foi exportada para Ibiza e outros lugares.
Flipside
Ou lado B. O outro lado de um single 7”. Um exemplo de Lado B que deu certo é Higher State of Consciousness do Josh Wink lançado em 95 e que alcançou os top-ten 2 anos depois.
French House
Paris é berço de um sub estilo da House que deu um novo frescor à House desde 1997. Dimitri From Paris, Etienne de Crècy, Motorbass, Catalan FC, Bob Sinclair, Thomas Benghalter, Jeff K., etc. As noites de quarta do Queens (Respect is Burning) e selos como Yellow e Roulè são os responsáveis por esse boom francês. O Techno-funk-disco-house (nome dado ao estilo Daft Punk e Motorbass) do álbum Homework tomou de assalto a cena em 97. o New-Disco de Stardust de Thomas Benghalter/Bob Sinclair idem em 98.
Funk
Estilo Breack Beat dançante com acentos no baixo e base. Os grandes nomes sao James Brown, Sly Stone e George Clinton. É uma fortíssima influência nos posteriores Hip Hop, Breakbeat, Acid Jazz, etc.
Funky
Termo associado a uniao - baixo acústico com atack, base e vocais negros – em um formato breack beat ou break em cima de uma base 4X4. Similar ao termo groove no que se refere a aparência sonora e não a caracterização de estilo musical.

Garage
É um sub estilo da House Music que foi criado pra o diferenciar do house conceitual, o tornando mais comercial e fugindo dos enxutos. Foi criado em Nova York (vem de “Paradise Garage”, lendário club novaiorquino dos 80’s de Larry Levan) é influenciado pelo R&B, por ter como principal característica o swingue rítmico e por ser mais orientado aos vocais que a house pura de Chicago. Alison Limerick, Robin S., Sounds of Blackness fizeram algumas das músicas mais representativas do gênero.
Gig
É um evento, tipo, uma festa, um show, etc.
Goa Trance
É um sub estilo do trance, criado na cidade asiática de Goa, e que mistura um som electro (cheio de tois e puins de equipamentos eletrônicos) com o som melódico do trance e um clima menos comercial e mais psicodélicos. O Goa trance carrega referências claras às divindades indianas e ideologia budista/espirita.
Groove
Swinguw, ginga. Sonoridade convidativa que tem uma forte ênfase no jogo base/baixo, independente do estilo musical. É meio que por assim dizer a alma da música.
Groovebox
Equipamento para gerar frases musicais, ou bases. Diferencia-se do Beatbox porque este último gera apenas as batidas enquanto o groovebox gera também o baixo. As 303 e 505 são grooveboxes. Uma bateria eletrônica seria um beatbox.
Gabber
Algo assim como o trash metal do techno. Hardcore originado em Rotterdam que se caracteriza por um ritmo velocíssimo e martelante. Atrai fundamentalmente a um público adolescente e seu principal veículo de difusão constituem recompilações como “Thunderdome” ou “Earthquake”.
Godfather
O padrinho. Denomina-se assim o padre espiritual de um gênero. Por exemplo, James Brown é o do funk, Derrick May do techno, Brian Eno do ambient, Frankie Knuckles do house o Giorgio Moroder da música disco.
Go-go
Bailarina ou bailarino que tem como objetivo estimular a festa e o público de um club.
Guest list
Lista de convidados de uma rave ou festa. Confecciona-la é o principal trabalho dos relações públicas, que tem que evitar os penetras.
Hard
Forte
Hypno
Hipnótico
Handbag
Derivação do house e do garage, cujo nome tem sua origem quando se começou a dançar ao redor das bolsas (handbags) deixadas no chão pelo público das raves. Seu hino é o “Boys & Girls” de Hed Boys.
Hardcore
A face mais industrial e veloz do techno (com exceção do gabber). Também se aplica ao punk, ao rap ou ao cinema pornográfico. Na Espanha o hardcore se chama máquina.
Hardhouse
House com texturas mais melódicas e bpm mais rapido. Fusão entre o house e o euro trance.
Hardstep
Uma das múltiplas derivações do drum´n´bass, que se caracteriza por seus baixos reforçado e seus violentos e vertiginosos ritmos. O jungle mais punk, que tem em Aphrodite e Origin Unknown seus principais defensores.
Hardtrance
A evolução do trance faz fórmulas mais adultas e ritmos mais duros e velozes. A colisão entre trance e hardcore. Há quem o chame também de hypnotrance.
Hi-nrg
Abreviatura de High Energy. Vertente da música disco surgida nos clubs. Extremamente comercial.
Hip-hop
Cultura urbana que deu origem ao rap. E inclusive manifestações artísticas como o graffiti e danças como o breakdance.
Hip-hop house
Se trata, obviamente, de uma mescla entre o hip-hop e o house. Começou sendo praticado por artistas americanos como Tyree o DJ Fast Eddie, e terminou por converter-se em uma autêntica especialidade européia, com Technotronic, Twenty 4 Seven ou 2 Unlimited principalmente.
Home studio
O estúdio caseiro, particular. Surgiu em 1985 com os primeiros ordenadores destinados a música: Atari 520 ST e Atari 1040. Bomb the Bass e os grandes technocratas de Detroit fizeram seus melhores temas em seus estúdios caseiros.
Hype
A moda, a onda do momento.
Hypnotrance
Contundente e reverberante combinação de hardcore e trance. O selo Blackhand é um representante do gênero.
House Music
Gênero musical extremamente voltado para as pistas de dança surgido no ano de 1988 em Chicago (O próprio nome HOUSE vem do club The Warehouse de Chicago), e que, de certo modo atualizou com bases eletrônicas (Roland 303) a disco dos anos 70 em contestação aos anos de música depressiva que reinava no mainstream dos anos 80. Ainda muito primário, teve seu boom com a Acid House. Depois da criação da House, nada mais seria igual na música mundial pois a preocupação com as pistas de dança, a utilização de elementos de estúdio pós gravação (samplers, loops, remixes, etc..) e a cultura DJ foram influenciadas pela criação deste estilo. No Chicago House, o original, podem ser encontrados vocais e loops de piano.
Ibiza
Ilha espanhola onde se instalam dezenas de grandes clubs e centenas de grandes Djs do mundo afora durante o verão europeu. A música eletrônica que é tipicamente de verão acaba sendo conhecida por Ibiza.

IDM
Inteligent Dance Music. Rótulo criado para definir músicas feitas para a pista mas que tenham algo mais inteligente, algo mais criativo, algo inovador. Nesse rótulo podem estar incluídos desde os Ambients de µ-Ziq e Aphex Twin ao Electro do Kraftwerk. Do D+B do Dream Team ao Trip Hop de Portishead ou ao Listening Tecno do The Orb.
Indie Dance
É uma variação do rock independente inglês feita com elementos eletrônicos e voltado para as pistas. Os grandes expoentes são My Bloody Valentine (Glider - 1990), Happy Mondays (Hallelujah - 1990), Stone Roses (Fools Gold) e Primal Scream (Loaded - 1989 e Come Together - 1991)
Intelabin
É um aparelho de iluminação do tipo scan, operado por uma mesa que produz belos efeitos visuais.
Illbient - A penúltima mutação do ambient. Denominado também Crooklyn Dub, devido a sua origem (Brooklyn, New York), o illbient é o som da cidade enferma, com seus ruídos e mistérios. Aproveitando as profundas linhas de baixo do dub jamaicano, o illbient se constitui, em certa forma, em poluição sonora de efeitos inquietantes. DJ Spooky é seu grande ideólogo e afirma que seus discos são como óleos eletromagnéticos.
Industrial
Música nascida no final dos anos 70, e iniciada por grupos como Throbbling Gristle, SPK o Test Dept. Exploradores dos limites do ruído, da música das máquinas, os ritmos metálicos e as sonoridades urbanas. Muitas figuras atuais do techno (como Tony Thorpe, de los Moody Boyz) procedem da música industrial. O industrial retrata a sonoridade mecânica das grandes industrias e é muito produzido ainda hoje na Alemanha.
Infografia
A informática aplicada a arte e ao desenho gráfico, que tem possibilitado alguns dos melhores vídeos da geração techno.
Info-line
Linha de telefone instalada momentaneamente para dar informações sobre um acontecimento secreto.
Infra-bass
Baixos pesados, profundos e retumbantes, quase subsônicos. Perigosos para os tímpanos, entre 20 e 50 hertz. Tem muito a ver com as denominadas “low frequency oscillations”(LFO), oscilações de baixa freqüência.
Instrumental Hip-hop
Tomando como exemplo os discos instrumentais de DJ Mark The 45 King e graças ao auge da ciência mixológica (em parte devido a DJ Shadow e outros guerrilheiros do trip-hop), se recuperou o trabalho do dj como escultor de formas sonoras, e o scratcher ressurge, a maneira do Ave Fénix, como um mago que encadeia ritmo e ruído. Q-Bert, Kid Koala ou Automator são os novos reis do scratch e o novo hip-hop instrumental.
Intelligent techno
Orbital e Letfield forman parte do denominado techno inteligente, que vem a significar techno com classe.
Jazzdance
É o Jazz voltado para as pistas. Confunde-se muito com o Acid Jazz e atualmente com o Deep House.
Jazzstep
Outra variante do jungle onde elementos jazzísticos são incorporados à batida.
Jazzy
Contêm elementos de Jazz e principalmente da Bossa Nova de Tom, Vinícius e Marcus Valle. Hoje em dia, do Deep House ao Drum’n'Bass usam elementos jazzísticos (pianos, trumpetes, saxofones, xilofones) e brasileiros nas texturas e vocais.
Jungle
Surgiu nos subúrbios de Londres em 1989, porém tendo sido reconhecido somente em 1995 com artistas como 4 Hero, Goldie (Timeless) e A Guy Called Gerard (Voodoo Ray). O gênero é descrito como um breakbeat rapidíssimo (140 a 170 Bpms) com linha de baixo lenta (a metade). Alguns o descrevem como a metade dessas bpms (70 a 90 bpms, seguindo a velocidade do baixo) porém com batidas dobradas. Para muitos não há diferenciação entre Jungle e D+B, para outros há. Ver no item Drum’n'Bass.
Kraftwerk
Este grupo de Düsseldorf, Alemanha, inventou o termo “techno” que equivale à musica técnica, tecnológica, mecânica, eletrônica… Foi o grupo que primeiro levou ao mainstream essa nova sonoridade experimental.
Label
Ou Selo, são empresas que lançam discos no mercado. EastWest, Tortured, Trama, Bush, Cosmic, Sambaloco são labels.
Leftfield
Música bem diferente do que se produz normalmente, diferente do que se faz no mainstream. Não pode ser classificada, por isso a chamam de Leftfield.
Lounge
É sala de estar em inglês e musica para dançar sentado em eletroniques. Carrega muito da sonoridade da Bossa Nova e é mais orgânico e instrumental do que sintético e psicodélico.
Love Parade
É o carnaval de música eletrônica que acontece todo ano nas ruas de Berlim, Alemanha, com cerca de 1 milhão de pessoas dançando ao som de trios elétricos.
Latin House
Dizem que suas origens são tão antigas como as do próprio house (Liz Torres, T-Coy, Ralphi Rosario), o certo é que a combinação de ritmo house e sabor latino têm seguido uma evolução nos anos 90, e tem dado grandiosos resultados como o disco de Nuyorican Soul, a convulsão rítmica e sexual, dos artistas do selo Digital Dungeon, ou o arrebatador house santero de River Ocean. Isso sem contar que os melhores dj´s e produtores de house são hispanos: Little Louie Vega, Kenny “Dope” González, Roger Sánchez, David Alvarado.
LP
Long Play, album. Apesar da idade, um formato praticamente desconhecido no mundo da dance music, com exceção das recopilações. Na atualidade, um excelente veículo para a experimentação.
Laser
Pouca gente sabe que na realidade essa sigla corresponde a Light Amplification By Stimulated Emission of Radiation. Trata-se de um feixe de luz de grande intensidade com propagação retilínea, normalmente de cor verde, que é gerado com a utilização de dois gases: o argônio e o kriptônio.
Light-jockey ou LJ
O equivalente, na iluminação, ao dj. Ele deve estar em sintonia com o dj para que a luz e a música estejam perfeitamente compassadas.
Line-up
Ordem de aparição dos dj’s e live acts. A programação.
Live act ou Live P.A.
Show ou atuação ao vivo de um artista ou grupo. Também se utiliza a palavra p.a. que significa “public appearance” (aparição em público).
Loop
Série de notas ou sons e reproduzidos em forma circular, repetitiva e em frases matemática e musicalmente corretas.
Mixagem
É a arte de encaixe musical em que os djs mantém o clima da pista.
Mixer
É o equivalente a mesa de som, porem com funções especificas para djs.
MK-2 ou MK-II
É a série de toca discos (pick-ups ou turntables) mais procurada pelos Djs. Fabricada pela Technics. Virou sinônimo de toca discos para boites e clubs.
Maxisingle
O principal suporte sonoro em vinil utilizado na música eletrônica. Nas mãos de um bom dj, se converte em uma autêntica jóia.
Mc
Abreviatura que corresponde a maestro de cerimônias. O apresentador e animador de um evento. Não se separa do microfone, apresenta os dj’s e tem que animar o público. No mundo do hip hop, um MC é um rapper.
Mellow
Adjetivo que designa aos estilos musicais que não são hardcore. O house, o trance, o ambient…
Mental
Estilo musical feito para a mente. Também foi um dos gritos de guerra na era acid.
Merchandising
É o conjunto de produtos relacionados a um grupo, um dj, um artista, um evento, um selo discográfico ou um club, que modelam sua imagem corporativa. Camisetas, chaveiros, bonés, record bags…

Midi
Sigla que corresponde a Musical Interface for Digital Instruments. Sua criação tem significado uma revolução no techno. Na época do punk se dizia que qualquer um podia subir a um palco a tocar, agora se pode dizer que qualquer um pode fazer sua própria música em sua própria casa graças à revolução MIDI.
Minimal
Qualifica um tipo de música que utiliza poucos sons e têm ritmos repetitivos e sem breaks.
Modem
Modulador/demodulador. É um dispositivo capaz de transformar dados procedentes de um ordenador em sinais sonoros compatíveis com a transmissão por linha telefônica. Permite aos ordenadores conversar por telefone.
Muziq
Ótima revista internacional dedicada a dance music. Porém existem outras importantes: DJ Magazine, Coda, Source, Mixmag, L’Affiche, etc…
New beat
Modalidade do techno bastante arrastada, lenta e pesada, que foi originada nos clubs belgas de Gante e Bruxelas nos finais dos anos 80. Anteriormente se denominava AB music, porque ela começou num club chamado Ancienne Belgique. Seu hino foi “Rock To The Beat” e constituiu uma antecipação da máquina.
Nightclubbers
Criaturas celestes que habitam os clubs à noite.
Nu House
Também chamado new brit house e, inclusive, disco disfuncional, o nu house é na realidade a forma de denominar o house britânico dos anos 90, cálido, groovy e muito vinculado aos gêneros negros clássicos (soul, funk, disco, jazz). Projetos como Faze Action, Basement Jaxx ou Idjut Boys, e selos como Nuphonic, Paper ou Muzique Tropique, definem bem o gênero.
Nightmare
Um tom sinistro e fúnebre à musica. Algo Brainbug (Nightmare e Benedictus) ou mais dark ainda.
Nu School
Ou New School. Nova forma de encarar um estilo musical. Nova roupagem, novo sub gênero.
Old School
Todo tipo de musica eletrônica ainda experimental e sem rótulos. Alguns chamam musicas velhas ou clássicos de Old School.
Party
festa.
Pattern
É um seqüênciador, o pattern é uma facção rítmica ou melódica que pode ser repetida através do sampler.
Piercing
Derivação do movimento S/M (sadomasoquismo) que consiste em perfurar a pele e introduzir uma jóia, um ornamento ou um fetiche. Muito usado entre os nightclubbers. Sua origem se confunde com os protestos contra o aborto e outras técnicas modernas antinaturalistas. É geralmente feito de aço cirúrgico.
Pitch
Potenciômetro linear que permite variar a velocidade de rotação do prato, acelerando ou desacelerando o ritmo da musica. Absolutamente essencial para um dj.
Playlist
Seleção de musicas ou discos mais tocados por um dj em um período determinado. Seu hit parade particular. Seu Top 10.
Prensagem
Ação que consiste em prensar uma grande quantidade de discos de vinil. É essencial que a prensagem seja de boa qualidade para que os discos não pulem e durem um bom tempo.
Progressive
Qualificativo que se aplica tanto ao house como a outros gêneros. Gênero nascido na Gran Bretaña no começo dos anos 90, baseado em um estilo simples e evolutivo, com bases de percussão, dubs e samples do pop e de músicas exóticas. Seus representantes são Drum Club, Eat Static, William Orbit,…
Psicodelia
Uma cultura baseada na alucinação. Existe toda uma história musical baseada na psicodelia, que agora continua no terreno da eletronic dance music, com estilos como o ambient, o progressive house, trance ou a cyberdelia.
Rave
Festas originariamente ao ar livre surgida nos arredores de Londres em locais distantes da polícia e das leis rígidas britânicas, o que permite que se faça todo tipo de brincadeira que se deseje (se é que vocês me entendem). A palavra significa descontrole ou delírio. Era algo muito rebelde. Atualmente não passam de festas espetaculares em locais espetaculares.
Raver
Freqüentador de raves.
R&B
Rhythym and Blues e às vezes chamado de Charme. Gênero musical bastante vendável, cada dia mais próximo da música eletrônica. Caracteriza-se por ser funky, lento e quente. Deriva-se do Hip Hop e do Blues, mas é extremamente dançante. TLC, Lighthouse Family, Brandy, Usher, etc. são campeões de venda tocando isso.
Remix
É uma reconstrução de uma música geralmente feita por outra pessoa. Remixar não significa tornar uma música calma em dançante. Remixar é uma arte. É a visão de uma outra cabeça sobre o trabalho do criador. As vezes, o remix é ainda melhor que a original. Às vezes destrói a música.
Sampler
Equipamento que consegue armazenar um som e reproduzir a maneira que o DJ quer. É um dos grandes responsáveis pela revolução da música eletrônica pois através dele e usando loops, pode-se criar novas e complexas melodias ou efeitos.
Samplear
Copiar um som ou uma parte de uma música em outra música.
Scan (Robô-scan)
Equipamento de iluminação moderno.
Selo
Garavadora, selo do disco = gravadora que saiu o disco, selo branco = sem gravadora, disco independente. Aglomerado de artistas ou musicas com similaridades sonoras ou geográficas.
Smiley
É aquela capinha redonda e amarela com um baita sorrisão que simboliza a alegria da House Music.
Soma
Selo que vêm lançando muita house novo num estilo mais alegre, jazzy e funkeado, sem ser porém comercial. Tornou-se hype no meio dos DJ, tanto que alguns deles começaram a ser chamados de “somáticos” por estarem “viciados” nos lançamentos deste importante selo britânico.
Tecno ou Techno
(as duas maneiras de escrever estão corretas) Gênero da música eletrônico mais pesado. É uma variação da House, porém com batidas mais furiosas e menos suaves, contendo batidas mecânicas e usando sons que vão desde sirenes apocalípticas a samplers de diálogos de TV ou filmes. Foi criada e desenvolvida em Detroit e os “3 heróis” do Tecno são Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins. O Tecno original é mais rápido que a House (126 a 130 BPMS) e geralmente não contém as palmas (características da House e Disco). Muitas variações foram criadas com variações que vão de 0-70 Bpms (ambient) a 140 Bpms (trance) e mesmo 220 Bpms (Hardcore).
Trance
Trance é definido como um Ambient com batidas mais pronunciadas e claro, mais rápidas.. É o mais melódico dos sub estilos eletrônicos. É rápido (140+ bpm), porém normalmente calmante e meditativo.
Trip Hop
Inicialmente conhecida como “música dance para a cadeira” por seu Tempo muito lento (120 bpm). Não tem preocupação para a pista. A turma de Bristol merece especial citação pois Massive Attack (alguns creditam a Soul II Soul) é a provável origem em 1991. Batidas lentas como do Hip Hop combinadas com influências do Reggae e Dub e sons criativos e sensuais, por vezes depressivos (influências das bandas dos 80). Unfinished Sympathy do Massive Attack é o maior hit ( E considerado a melhor música dançante de todos os tempos pela revista DJ Mag. através de entrevista feita com os mais famosos Djs ingleses e americanos). Ainda importantes no estilo são Portishead, Tricky, Morcheeba, Cibo Matto, The Aloof, Sneaker Pimps, Mono…
Techouse ou Tek House
Grosseiramente falando, entre o House e o Techno, um Techno mais elaborado, nova febre!
Tribo
Nome dado a um conjunto de pessoas com um mesmo ideal, no nosso caso a tribo eletrônica!
Track
Faixa do disco ou cd.
Technics
Marca de eletrônicos conhecida mundialmente pelo seu clássico e único MK2, as pick-ups (pratos) básicas dos Dj´s.
VJ
Vídeo Jockey, ou piloto de vídeos.

Créditos: DJ Fabrício Peçanha e Toni Mozart

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Publicado por juan aka suddendevice em 17:58:46
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