Meanings
1. Shockabuku
N. Archaic
A swift, spiritual kick to the head that alters your reality forever.
Que pode ser uma outra má tradução de Shakabuku, um lance budista muito interessante:
Shakubuku quer dizer quebrar (Shaku) ilusão (Buku) — parar de sofrer — tornar-se mais poderoso, fortalecer.
Críticos do Budismo Nichiren frequentemente traduzem mal Shakubuku como “quebrar e subjugar”. O problema com essa “tradução” é que a palavra “and” (ni em Chinês) não aparece na palavra Shakubuku. Se fosse, seria lido Shakunibuku.
Shakubuku não é quebrar, partir e subjugar pessoas, é parar de sofrer e acordando para o potencial da vida.
(…) Todo dia precisamos quebrar (shaku) o ciclo de sofrimento (buku)…
Whoa.
Ia postar isso ontem, mas inventei de botar o amule a funcionar com a pasta temp e a completa dele numa partição NTFS… Bom, eu uso o ntfs-3g aqui pra escrever transparente na partição do Tio Bill, mas quando aquilo tá fazendo o hash dos arquivos, meu humilde Athlon 64 3.1Ghz vai a 99.9% ocupado pelo ntfs-3g e ele não pára até acabar tudo.
Tava dormindo em cima do teclado, procurando legendas pra filmes, totalmente entediado. Lembrei da palavra maluca da vez e escrevi, mas depois matei todos os processos e fui dormir na cama.
O texto foi-se para o limbo das coisas que saem da RAM sem serem salvas.
Tava lendo sobre a evolução das mídias de rede da nossa Sagrada Internet, e me veio todo o desejo do mundo em saber o que é um “Shockabuku”.
Revelação divina, reminescências que emergem aleatóriamente do inconsciente, piração mesmo, sei lá.
Veio no momento certo.
Meu único contatdo com a palavra antes disso foi com uma vez em que eu era frequentador assíduo da cena eletrônica, e comprei um CD com um set do Peçonha e o Paciornik fazendo um dos melhores Live PA na história eletrônica.
Houve um impossivelmente melhor, e -caiam os queixos- foi o PA histórico do Peçanha com toda a bateria da Imperadores do Samba.
Bom, era algo em torno de 2000, 2001, e o CD acabou sendo emprestado e reemprestado e sumiu entre desconhecidos, my precious…
Uma das 21 músicas era uma tal de Shockabuku, do Thomas Krome, que fazia nonstop com a Squelch, do TDR e com a Afrika-ka-ka-ka dos Chemical Brothers. Nem eu sabia que lembrava dessas coisas, muito menos o nome das músicas. Lembro nitidamente de cada camada de som de cada uma das faixas do CD, das percussões do Paciornik, do improviso do Peçanha nos vinis.
Não vi o CD nunca mais em anos, nem ouvi mais nada do Thomas Krome.